31.8.11

Quando os pais saem de férias...

Não é fácil sair de férias e deixar por alguns dias as crianças. Marido programou, aceitei sem pensar muito, não "estudei" nada antes de vir, mas sim, eu sabia que eu viajaria e seria tudo bem.


Todo um esquema montado, contando com vó, vô, outra vó e outro vô, tios, tias, empregadas e quem mais quisesse aparecer!


Deixei tudo escrito, tudo programado, mas foi tudo furado! Não me importo, desde que minhas filhas fiquem bem! 


Furado eu quero dizer, por exemplo, a Carol, que não quis mais ir para o inglês, nem para o balé, muito menos nas festinhas (deixei os presentes comprados, roupas separadas e as caronas acertadas). Ou então, as pequenas, que ficaram doentinhas, foram na pediatra e até antibiótico tiveram que tomar! Fora minha mãe com uma super sinusite e a sogra com pressão alta. Coisas que não conseguimos programar.


E é impossível passar um carrinho de criança e  eu não olhar. Tem horas que fiquei com vontade de pedir para pegar um baby alheio, dar um beijo, um aperto, sei lá. E quando apareciam gêmeas, claro, eu lembrava e até  chorava.


Sou assim. Chorei todas as noites. Amei a viagem, não traria elas junto numa viagem dessas, muito tempo de avião e muita coisa para se conhecer, mas sim, eu preferia que elas estivessem junto com a gente. Com certeza irei viajar outras vezes sozinha com o marido (se a "equipe" ficar com a turma de novo), mas sim, sim, sim, gostaria que elas estivem com a gente.
22.8.11

Preocupações



Março de 2010

Que a minha gravidez gemelar não foi fácil, todos já sabem, mas hoje eu estava olhando umas fotos e lembrei desses momentos, de como eu ficava preocupada com essas meninas dentro da minha barriga.


Se a barriga não mexia, eu achava que tinha acontecido alguma coisa. Se a barriga mexia demais, eu também achava que tinha acontecido alguma coisa. Eu não consegui curtir a minha gravidez gemelar, de tão preocupada que eu era.


Nas últimas semanas, minha super médica, Dra Margarete, até me emprestou esse aparelhinho, era só colocar o gel e ficar procurando o coração delas. Imaginem quantas vezes eu escutava o coração delas por dia? Mas também imaginem quando eu não conseguia escutar? Já ligava pro Emanuel perturbando ele. Quase que já chamava alguém para me levar no ultrassom. Loucura total. Tinha muito medo, muito medo de acontecer alguma coisa com minhas meninas. Eu queria tanto essas meninas, tanto, que acho mesmo que o medo de perdê-las que fez isso tudo comigo.


Hoje estão aqui, a coisamaislindadomundo, 1 ano e 5 meses de uma louca alegria na minha vida!



19.8.11

Cachorros na praça?

Eu não acho certo uma pracinha com parquinho, ou seja, brinquedos para crianças, permitir a entrada de cachorros. 


Hoje bati boca com uma senhora aqui na praça. Ela estava sentada com seu poodle, na areia fofinha, onde as crianças gostam de fazer castelinho. Ele estava de coleira, mas ela não segurava a coleira e enquanto isso o neto brincava no balanço. Até aí tudo bem.


Cheguei com minhas meninas, que ficam loucas com animais e foram correndo atrás do bichinho. Ok, olharam o "au au"e foram para o balanço. Enquanto elas estavam no balanço, a senhora ainda estava sentada, e o cachorro saiu correndo em direção ao balanço. E eu falei mesmo, que ali não é lugar de cachorro, mas ela me disse que não tem nenhuma placa proibindo, ok, realmente não tem. Eu falei que era perigoso e ela disse que ele é bonzinho, não faz nada. Gente. Ele é um animal. A gente não tem domínio sobre ele, por mais domesticado que ele seja. Ele quer brincar, correr atrás das crianças, que ficam assustadas, saem correndo e gera todo um stress!


A praça é frequentada por muitos bebês, que em sua maioria moram em apartamentos e estão ali para tomar um sol, brincar, correr a vontade, fazer o seu lanchinho da manhã. Ali é o "quintal" de muitos deles.


Em outra ocasião, outra senhora com também um poodle, sem coleira, solto, saiu correndo atrás da minha afilhada, que gritou e chorou muito, ficou com medo e por um bom tempo não quis mais voltar na praça. E neste dia, o cachorrinho fofo, fez xixi dentro do baldinho de uma criança. Poxa, eu não acho certo.


Neste dia, dei um esporro nessa mulher, porque fiquei muito nervosa pela minha afilhada, e hoje, simplesmente dei a minha opinião, peguei as minhas filhas e fui embora da praça.


Infelizmente, não temos como controlar. Os cachorros de rua também andam por ali. Alô prefeito!


A senhora de hoje me questionou dizendo que os cachorros também precisam passear. Tudo bem, concordo com ela, mas não no mesmo ambiente, né? Estou errada, gente? Não sei como poderíamos dividir os espaços, alguém tem alguma sugestão? Cercar a praça e colocar placas seria de bom tamanho. Quem sabe um espaço baby e um outro espaço pet?


Esta é a minha opinião, não quero ser a bruxa proibidora de cachorros na praça, mas acho que eles podem sim andar pelas ruas e calçadas, claro, em suas coleiras, porque não podemos assumir a responsabilidade pelos atos dos animais. 


Desculpem as apaixonadas pelos animais, estou apensas defendendo os interesses das minhas filhas!
18.8.11

Elas sabem 'me' dividir!

Ontem brincando com as meninas, lembrei de quando li em algum blog por aí (não lembro), eu ainda estava grávida delas, era um casal de gêmeos e enquanto a mãe trocava a fralda do menino, a menina ficava chorando muito, querendo a mãe. E ela dizia que tinha que deixar ela chorando para entender que os dois precisavam aprender a dividir da atenção dela.


Aqui, muitas vezes eu percebo que a Isadora gosta muito de um colo 'exclusivo', muitas vezes fica braba quando a Helena vem querer sentar junto, mas ok, ela entende.


E ontem, a Isa tava choroninha, resmungando, daí fui brincar com ela, para distrair, coloquei ela em pé no meu colo, e ela ficava pulando enquanto eu cantava alguma música para ela. Ela logo parou de resmungar e ria muito, o que chamou a atenção da Helena.


Helena é daquelas que não pode ver nada na mão de ninguém, que faz questão de tirar.


A Isa viu que a Helena ria, daí eu desci com a Isa e falei, "agora é a vez da Helena". Numa boa, a Isa ficou em pé olhando e rindo, enquanto fiz a mesma brincadeira com a Helena. E assim foi, por umas 20 vezes, cada uma tinha a sua vez, sem reclamar.


Daí fiquei feliz e pensando. Que bom! Elas sabem dividir! Elas sabem ME dividir! Elas entendem que são duas e as duas com as mesmas vontades!
17.8.11

Minha mãe!

Quando eu tinha fotolog, vivia colocando fotos da Carol com os aniversariantes amigos e familiares, mas prometi pra mim mesma que no blog não iria ficar colocando os aniversários de todo mundo, mas daí que hoje é um dia muito, muito especial, é o aniversário da minha super mãe e eu não consigo deixar passar sem registrar!


Uma frase que sempre falo para minha concu: "Não adianta, só podemos contar com a nossa mãe!". E é verdade. Feliz de quem tem a sua mãe por perto. Feliz de quem sabe que pode contar com a sua mãe pra tudo. Eu sou feliz por isso!


Te amo mãe mais linda do mundo!




Eu e mamãe!

16.8.11

Sou boba?

Neste final de semana fizemos uma viagem rápida, de negócios (oi?) apenas de domingo pra segunda, sem as meninas, justamente por ser rápido demais, seria muito cansativo para elas.


E não é que eu chorei?


Chorei, chorei muito, senti muita saudade delas em tão pouco tempo. Mas a verdade é que semana que vem sairemos de férias, e vou deixar as 3 pela primeira vez por pouco mais de uma semana e isso está me deixando muito angustiada, preocupada, irritada.


Sofri por antecipação, e isso já é uma "mania" minha.


Ué, mas não era para ser tudo bom, tudo bem, férias, merecidas férias? Por enquanto está sendo um pesadelo. Não consigo dormir direito pensando em como vai ser. Não gosto de ficar pedindo ajuda das pessoas, não gosto de deixar ninguém na função que é minha.


Mas eu vou. E na volta eu conto como foi.


Sou tola? Sou boba? Não, sou apenas MÃE.
14.8.11

Parabéns para o papai!

Feliz dia dos pais...

Para o pai da Helena:








Para o pai da Isadora:





E para o pai da Carolina:





E um beijo para o meu super pai!



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11.8.11

Cinema: Qual a idade ideal?

Carol foi ao cinema pela primeira vez em junho de 2007, junto com os amiguinhos Guto e Valentina, o filme escolhido foi Shrek Terceiro. Carol tinha 2 anos e 8 meses.


Guto e Carol


Valentinha, Guto e Carol, muito comportados.
Lembro como se fosse hoje! Ela conseguiu ver um pouco o filme, mas muito distraída, ficava olhando pra trás, dos três foi a que menos se concentrou no filme. Neste mesmo ano, ela foi no teatro do Mágico de Oz e se comportou muito bem, prestou bastante atenção, se concentrou muito mais do que no cinema.

Mas o que uma mãe não faz por uma filha, não é? 

Sexta passada, 05 de agosto foi a estréia do filme dos fofos Smurfs. Carol conheceu os smurfs ano passado, quando o tio Vitor comprou os bonequinhos e ela nem curtiu muito. Mas, como eu amava os smurfs e tudo que "era da minha época" e eu gostava, faço questão de apresentar pra Carol, comprei 2 dvds com os filmes antigos que estava vendendo nas Americanas.

Bom, bem neste dia estaríamos em Joinville para uma consulta do marido. E ela querendo ir no cinema ver o filme. Culpa minha que dei corda, inclusive comi Mc Donald's junto para ganhar todos os personagens (quem nunca?), marido também. 

Daí que as gêmeas estão com 1 ano e 5 meses e foram pela primeira vez no cinema. Pausa para me chamarem de louca e tudo mais, ok, concordo.

Estávamos em outra cidade, eu sozinha com as 3 no shopping e sim, resolvi entrar no cinema. Elas não estranharam aquela telona não, no começo ficaram paradinhas curtindo o filme. Mas, cada vez que o gato miava, elas miavam. Quando todo mundo ria, elas ficavam olhando pro pessoal e depois de um tempo, começavam a rir também. Quando o filme ficava mais silencioso, elas chamavam a mana: Cá, Cá, Cá e riam, faceiras, faceiras. Quando cansaram fui correndo comprar uma pipoca. Mais uns bons minutos de sossego, e o chão uma nojeira de tanta pipoca bem picadinha caída.

Conseguimos ficar quase até o final do filme, mas faltando pouco mais de 20 minutos do final, tive que sair com as duas. Mas sentamos bem na entrada do cinema, e as moças que trabalhavam na portaria, na pipoca, nos ingressos, ficaram ali babando, achando o máximo a dupla agitando pela sala de espera do cinema. Enquanto elas olhavam as meninas, eu subia correndo e dava uma espiadinha na Carol, que ficou sentadinha sozinha até o final! Orgulho da mãe!

É... o que a gente não faz por um filho, hein? Lógico que se a gente estivesse aqui as pequenas não teriam ido ao cinema. Mas a Carol com seu poder de convencimento, me convenceu que poderíamos levar as meninas e posso dizer que foi melhor do que eu esperava, mas não, não tentem fazer isso... Fiz pela Carol.

Mas querem saber quando as duas vão ao cinema de novo? Antes dos 3 anos tenho certeza que não...


Na saída do cinema, minhas 3 bonecas!




8.8.11

Sozinhas no balanço!

E quando a gente pensa que ainda tem duas bebezinhas em casa, elas mostram como estão crescendo rápido!

Adoraram o balanço "normal", e se seguraram sozinhas!




3.8.11

E é bom!

Delícia ser criança!

Artur reinando entre as meninas!




Isa, Lelê, Manu e Lelê




Helena metidinha já subindo o morro!
2.8.11

1 ano e 5 meses!

Isadora e Helena, 1 ano e 5 meses de pura gostosura!



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1.8.11

Formaturas...

Este final de semana me deixou pensando no futuro das minhas filhas. Tive formatura sexta da Rafa, linda, querida, irmã da minha amiga Lolô, em medicina. Tive a formatura da minha prima linda Vanessa, em engenharia mecânica. Não querendo parecer aquelas tias velhas chatas e inconvenientes, mas poxa, já? Comassim??? A Rafa, aquela pequeninha se formando médica? E a minha priminha Vanessa, que de priminha não tem nada, é um mulherão, também já está formada. Poxa. Passa rápido pra todo mundo.


Fiquei pensando no orgulho dos pais neste momento. Quanta alegria!


Fiquei pensando, e estive conversando sobre isso com minhas amigas. Será que devemos influenciar na escolha da profissão dos nossos filhos? Nós viemos de uma geração onde os nossos pais nos deixaram muito à vontade para escolher nossa profissão. Será que isso deu certo? Com essa liberdade toda, foram sendo criadas tantas novas profissões. Acho que nós faremos diferente com nossos filhos. Será?


Não sei como vai ser o futuro, claro que cada criança já vem mostrando suas habilidades, suas vontades, desde cedo. Mas e depois? E o futuro? Temos que pensar lá na frente, mas com 17 anos isso é praticamente impossível. Aí que entra o papel dos pais. Mas tentar mudar a cabeça de um adolescente não é fácil. Meus pais que o digam! Passei por 3 faculdades, desisti de duas, me formei engenheira. Meus irmãos fizeram cursos não tão fáceis de conseguir um bom lugar no mercado de trabalho. Será que hoje meus pais seriam mais rígidos ao "liberar" nossas escolhas?


Não sei, mas vou tentar influenciar na profissão das minhas meninas sim. Se vai dar certo? Não sei, daqui uns 20 anos volto aqui e conto pra vocês...


Bom, se eu já fico toda emocionada com a apresentação do dia das mães no colégio, imagino na formatura em medicina das minhas meninas! 


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