26.3.12

Primeira vez no teatro!

A Galinha Pintadinha veio para Criciúma! Não, não é a oficial, eu sei que os shows da "oficial" ainda não estão pelo país, mas para as meninas, que gostam tanto, claro que valeu a pena! Eles tocam todas as músicas, mas a Galinha é muito muito magrinha, que dó!


As duas ficaram muito sérias, já foram no circo, mas o teatro é bem maior e estava lotado. Depois de uns 20 minutos de apresentação, Isadora se soltou e começou a cantar e dançar, mas a Helena, que estava bem animadinha antes de começar não saiu do colo do pai.


Ah e a Carol não quis ir de jeito nenhum! Tinha aniversário de uma amiguinho para ir no mesmo horário, mas mesmo que não tivesse, ela não iria "Ai mãe, só o que faltava, né?" --> 7 anos. 


Antes de começar, Lelê faceira e Dora não largava o bico e o cheiro!


Durante o show, não piscavam, mas sempre agarradas na gente!






22.3.12

Dormir?

1:20 da manhã, uma filha acorda. Pego correndo e levo pra minha cama para não acordar a outra.
1:23 da manhã, a outra filha acorda já falando: "Na qué beço".
Filhas na nossa cama e uma mãe com uma dor que parece cólica renal.
Leva as filhas pro berço de novo.
Helena: "Na quélo, na quélo".
Fica com Helena no colo, de mão dada com a Isadora, que está no berço.
Tento fugir para o meu quarto por 5 vezes. 5 vezes indo e voltando. "Senta mãe, senta aqui".
Coloco um DVD, veja bem, já são 2:49 da manhã.
Fico sentada, disfarço, levanto e vou pro quarto. Mais 5 minutos e: "Mããeee, cabô mãe, cabô". Que DVD inútil é esse que acabou tão rápido???
Deu, deu de DVD. Encosto a porta do quarto e desligo a tv/dvd.
"Tá iculo mãe"
"Abi a pota mãe"
3:30 da manhã e uma mãe morrendo de dor, deita no chão do quarto delas e diz amavelmente: "Fecha o olho e dorme, Helena. Deita e dorme, Isadora"
Mais alguns minutos e elas querem bater papo: "A dedela mãe?" "Mãe, não é exi xêlo, mãe" "Mãe, na quélo o colelho, mãe" "Mãe? A calxa mãe?" "Mãe tila exe, mãe?"
Novamente, muito amável: "Fecha o olho e dorme, deu de bater papo, filhaaaa!"
E são 3:54 da manhã, eu continuo deitada no chão, elas ainda estão se movimentando e eu estou terminando de escrever esse post.
Um beijo pra você, que dormiu a noite toda!

Tradução das falas:
"Na que"=Não quero
"beço"=berço
"Na quélo"=Não quero
"Cabô"= acabou
"Iculo"= escuro
"Abi" = abre
"póta"= porta
"dedela"= mamadeira
"exi"= esse
"xêlo"=cheiro (paninho para dormir)
"colelho"= coelho
"calxa"= calça
"tila"=tira

04:04, quando pensei que estava tudo em silêncio, eis que surge Heleninha e diz: "Na quélo mais, na quélo mais".

Vou publicar esse post e quem sabe, levar elas de novo pra minha cama. É o que temos pra hoje.

20.3.12

Hoje no Moda sem Blablablá: Moda kids: twins!

Já sabem que toda terça e quinta eu estou lá no Moda sem blablablá, né? Então olha o que eu e a Bea preparamos hoje para a seção Moda Kids do Moda sem blablablá, é só clicar!


Moda sem Blablablá: Moda kids: twins!: Postado por: Gabi Búrigo Postei uma foto das minhas filhas gêmeas, que fez muito sucesso, todo mundo adorou, e daí nasceu a ideia deste po...


18.3.12

18 de março - Dia dos múltiplos!

E hoje, dia 18 de março, comemoramos o dia dos múltiplos!

Parabéns para todas as famílias que tem o prazer e a alegria de terem múltiplos! Somos muitos felizes e realizados com a nossa duplinha Ctrl C e Ctrl V!

A festinha delas!

Ano passado rolou uma super festa para comemorar o primeiro aninho das meninas, como registrei aqui e aqui a preparação e as fotos. Este ano jurei que não ia fazer nada, mas quem disse que eu aguento sem comemorar??? Resolvi fazer só para família, mas mesmo assim, uma mesa bem fofa para bater algumas fotos, lógico! A festa foi no sábado, e o dia delas mesmo foi na sexta, e na sexta elas acordaram tão felizes, cantando parabéns, pulando tanto, que eu resolvi chamar alguns amigos, que aceitaram o convite de última hora e vieram comemorar com a gente! 














Detalhes que fazem a diferença:



A montagem das fotos foi feita pela Bea, para o meu post lá no Moda sem blablablá! A decoração foi da Mari Cadorin. Não ficou uma graça?
Elas ficaram super felizes e curtiram muito, muito o dia delas!
13.3.12

Era uma vez duas meninas que dormiam nos seus berços...

Desde que as pequenas começaram no colégio, alguma coisa aqui em casa mudou. Claro, aquelas meninas que dormiam praticamente a tarde toda, agora fazem um soninho de manhã ou nem fazem e passam a tarde toda brincando. Chegam exaustas, mas também não dormem assim que chegam em casa.
Mas na verdade o que mudou foi o sono da noite. O sono não. O lugar de dormir. Elas não querem mais dormir no berço. Não querem. Antes a gente falava em ir para o berço e elas largavam tudo que estavam fazendo e ainda davam tchau. Iam felizes para o berço. Agora o berço virou o inimigo número 1 delas. Principalmente da Isadora. Ela chora, grita e diz "Não quelo beço, não quelo naná". Parece que está com medo do próprio berço. O que será que está acontecendo, gente? Elas sempre ficaram muito bem por lá, adoravam, deitavam e ficavam assistindo seu dvdzinho, numa boa. E o pior é que aqui na minha cama elas levam muito tempo para dormir, ou se deixo no berço ficam esperneando. O que fazer? Alguma dica?
Também penso que pode ser a insegurança, já que agora eu deixo elas a tarde toda no colégio, será que estão pensando que eu vou sumir de casa e deixá-las no berço a noite toda? Tadinhas. 
Não sei se esta semana ainda coincidiu com uma gripezinha e muita tosse, elas estão doentinhas, ficam mais manhosinhas, não sei. Só sei que esta noite a Helena veio com febre 2 da manhã, Isa acordou chorando 3 da manhã e a Carol resolveu vir dormir com a gente 6 da manhã. Super lotação na cama.
Cadê aquelas meninas que dormiam super bem a noite inteira? Alguém pegou? 
12.3.12

Ensaio PÁSCOA!

A fotógrafa Maria Irene Benedet teve a idéia e a mãe coruja aqui aceitou! "Vamos fazer um ensaio de Páscoa com as meninas?" Adorei!!!
Fotógrafa querida, que até chocolate levou para as meninas! 
































Gostaram???

Fotos: Maria Irene Benedet
Contato: mariairene@gmail.com ou (48) 99049647


9.3.12

Identidade: mãe. O retorno da mística feminina?

Por: Joanna Búrigo



Recentemente tive o prazer de receber uma amiga sensacional, com quem, devido à distancia e às vidas corridas que nós duas levamos, infelizmente passo menos tempo do que gostaria. Foi deliciosamente intenso, e a semana em que estivemos juntas não foi suficiente para colocarmos em dia todas as conversas que gostaríamos. Mas de um assunto foi impossível não falar, e muito: do quão absolutamente gostosíssima sua filhota é. Não surpreendentemente, cada história que minha amiga contava sobre a pimpolha gerava suspiros e gritinhos de deleite. Esta foi apenas a segunda viagem que ela fez sem a filha, e ficou bem claro que, apesar de estar se divertindo (e trabalhando) bastante, minha amiga estava com o peito apertado de saudades. “Ser mãe é muito bom, Jo”, ela me disse em vários momentos. A felicidade que a maternidade proporciona a esta minha amiga é evidente, e ouvi-la falar sobre sua menina nestes termos encheu o meu coração de alegria. O que é, por sinal, exatamente o que acontece quando leio este blog.  

Eu não sou mãe – ao menos não ainda – então minha experiência com o tema é de ordem puramente observacional. “Ser mãe é muito bom” é algo que escuto com bastante frequência, e genuinamente acredito que isso seja verdade. Além de ter muita vontade de experienciar as sensações de gerar, dar à luz, e amamentar um bebê, penso que os aspectos sociais da maternidade – como ser parte ativa da educação de uma criança, observando-a crescer e servindo de guia para seu desenvolvimento pessoal – sejam o que existe de mais fascinante na nossa condição humana. Criança é uma delicia! Contudo, biologia não é pre-rquisito para a execução destas funções (uma mãe adotiva as exercita sem que suas credenciais de mãe sejam questionadas), e elas tampouco são condicionais à maternidade – afinal de contas, toda cria tem um pai. Não obstante, é indiscutivel que essas funções sociais ainda são realizadas, majoritariamente, por mulheres – não somente quando observamos o número absoluto de pessoas primariamente responsáveis pela criação dos pequenos e pequenas, mas também quando comparamos a proporção de tempo que seres humanos dos sexos feminino e masculino dedicam a essas tarefas.  

Uma das causas – e consequências – dessa  diferença é a ênfase social conferida à ideia de maternidade. Claro, existem múltiplas percepções a respeito do que significa ser mãe, mas o contraste com o análogo mais próximo – ser pai – melhor possibilita a exposição que quero fazer.

Existem muito mais espaços sociais e manifestações discursivas a respeito do que é ser mãe do que a respeito do que é ser pai. Um excelente meta-exemplo, a propósito, é este blog; uma das inúmeras evidências da crescente comunidade de mães blogueiras, tuiteiras, tumblr-eiras… internautas em geral (se é que ainda se utiliza essa expressão). Essas comunidades online são excelentes plataformas para que mães tenham a enorme satisfação de encontrar pessoas cujas experiências são semelhantes às suas, o que é essencial para o desenvolvimento de um senso de comunidade, e até de identidade coletiva. Mas pergunto: existe uma cena equivalente a esta, para os pais? Acredito – e espero – que sim, mas certamente  em quantidade significantemente menor.

As percepções a respeito do que significa ser mãe ou ser pai estão evidentemente ligadas a existência ou não de filhos – mas existe um outro fator que informa essas percepções – da série “o óbvio ululante”: ser mulher ou ser homem.

Generalizando deliberadamente – com o objetivo de estabelecer os parâmetros deste debate, que são da ordem das estruturas sociais e não apenas de como certos eventos sao vivenciados por indivíduos em particular – me parece que quando um homem tem um(a) filho(a) ele permanence sendo quem ele sempre foi – só que agora ele também é um pai. No entanto, assim que uma mulher tem um(a) filho(a) ela se torna, acima e antes de tudo, uma mãe – mesmo aquelas que trabalham duro para construir coisas como uma carreira. Eu tenho a impressão de que maternidade parece ser algo como um “papel principal” para muitas mulheres. Ainda que eleger uma identidade primordial para si, e orgulhar-se dela, não seja necessariamente problemático, não estou totalmente convencida de que o contexto no qual a escolha pela “identidade: mãe” seja, autenticamente, um de plena liberdade.

Escolha. Eis uma palavra a respeito da qual sempre fui um tanto cética. Explico. Uma escolha somente pode ser feita a partir de uma série de opções. Embora esse nosso mundo pós-moderno e neoliberal adore salientar a ideia de liberdade de escolha como algo que ocorre dentro de um universo infinito de possibilidades, na maioria das vezes as opções disponíveis são francamente limitadas. O que quero dizer é que a escolha entre assumir mãe como identidade pode não ser tão livre quanto gostamos de acreditar. Para melhor ilustrar o ponto, recorro novamente ao âmbito do mercado de trabalho: parafraseando Gloria Steinem, eu ainda estou para ouvir um homem pedir conselho a respeito de como conciliar carreira e família...

Ser mulher significa muitas coisas. (Ser uma pessoa significa muitas coisas.) Todavia existem certas construções sociais que são criadas de forma a classificar as pessoas em grupos. Quer dizer, é claro que o processo de identificação com pessoas semelhantes tem muita importância, mas é essencial que estejamos cientes de que muitas vezes essa “identidade coletiva” não é necessariamente o produto orgânico de socialização com pessoas que compartilham de certas experiências, mas sim um fruto de sistemas sociais que condicionam indivíduos a se adequarem a padrões de comportamento que deles sãoesperados.

Há quase 50 anos, Betty Friedan lançou um dos livros mais socio-culturalmente relevantes do século XX, “A Mistica Feminina . Este livro é o resultado de uma série de entrevistas conduzidas por Friedan não apenas com mulheres, mas também com profissionais de diversas áreas em suas encarnações direcionadas a “assuntos de mulher” – por exemplo, ginecologistas, professores de escolas e universidades onde havia segregação de gênero, publicitários cujos clientes eram fabricantes de produtos considerados femininos (eletrodomésticos, batom, fralda!) dentre outros. Em sua pesquisa, fundamentada por um extenso corpo de evidência, a autora sugere que a ideia de “mulher” foi mistificada depois da Segunda Guerra Mundial através da glorificação dos papeis de mãe e dona de casa. Friedan argumenta que essa exaltação escondia, na verdade, uma agenda machista e capitalista, que oprimia as mulheres. De acordo com a autora, enaltecer as qualidades atribuídas a mães e donas de casa como semi-divinas, simbolicamente colocava as mulheres num pedestal de perfeição. Basta ver os “reclames” da era – hoje irrefutavelmente considerados machistas – ou assistir um episódio da cultuada série Mad Men para enxergar o que Friedan estava dizendo. O problema dessa mistificação, evidentemente, foi a limitação daquilo que veio a ser aceito como comportamento feminino adequado, e de quais identidades eram condizentes a condição da mulher. Uma identidade que é articulada de fora para dentro, e subsequentemente institucionalizada e oferecida a um sujeito (ou grupo) como o padrão a ser seguido, é necessariamente opressiva a liberdade deste sujeito (grupo) de construir a sua própria identidade, organicamente. As vantagens desta mistificação – não do ponto de vista de quem estava sendo mistificada, indiscutivelmente – foi a exclusão sistemática de mulheres da esfera pública (e política), o que garantia a manutenção de diversos benefícios masculinos, como por exemplo o de não -participação em assuntos da seara doméstica (o que, por sua vez, conferia a eles maior liberdade e mobilidade para tratarem de suas carreiras...).

O momento histórico pelo qual estamos passando, com a proliferação de possibilidades de socialização oriundas desta maravilhosa faca de dois gumes que é A Internet, é único e merecedor de atenção por diversos motivos. Ao mesmo tempo que esta janelinha aberta para o mundo auxiliou na construção de processos revolucionários como a Primavera Arabe, ou permite que mães se comuniquem com mais facilidade formando coalizões importantes e amizades que ocorrem na tangente da distância geográfica, a constante exposição que fazemos de nós mesmos na www vem implodindo alguns pilares básicos da ideia de privacidade. Abrimos as portas para um estado de vigilância constante, e um dos perigos de observação incessante é que, quase inevitavelmente – e certamente inconscientemente – acabamos por nos render ao impacto do olhar do outro sobre nós. A internalização de verdades alheias pode vir a reiterar, por dentro da gente, que certos padrões de comportamento historicamente aceitos pelo status quo são ideais e que devemos persegui-los, sordidamente nos estimulando a fazer vista grossa a alguns de nossos desejos mais profundos para nos adequarmos a papeis publicamente legitimados como válidos e satisfatórios. Para não me distanciar do exemplo já usado, quem pode afirmar que não exista um número imenso de mulheres contemporâneas cuja maior vontade é, de fato, atingir excelência em suas carreiras mas, ao analisarem seus contextos e encontrarem-se sem resposta aceitável para a pergunta “e as criancas, deixo com quem?”, conformam-se com a “identidade: mãe”, revitalizando a mística feminina de outrora?  Eu não estou querendo implicar que esta seja a aflição de todas as pessoas – mas, cá entre nos: se é a de algumas, vale a pena termos esse debate, não?

Retornando a minha amiga, que foi quem me fez pensar em tudo isso, deixe-me dizer que ela leva uma vida extremamente agitada e repleta de compromissos e responsabilidades, e ela parece mesmo ter alcancado um equilíbrio exemplar a respeito da sua própria identidade. Agora, verdade seja dita, o “namorido” dela é parte integral dessa equação – ele não ajuda, mas sim divide igualmente com ela as responsabilidades pela filha e pela casa. Ela é uma pessoa integral, um indivíduo cuja existência é multi-facetada, e, por isso, não se contenta em dispor de apenas uma definição de si mesma. Ela é mãe sim, e uma mãe zona, por sinal. Mas ela é mãe também.

***

Oiê. Meu nome é Joanna e eu sou prima da Gabi. Nós duas não temos nem um mês de diferença de idade,  nossas personalidades são relativamente diferentes, e a nossa diferença de estatura é maior do que a Serra do Rio do Rastro – mas o amor enorme que temos uma pela outra é indiferente a tudo isso e segue inabalado e inabalável nesses nossos quase trinta e três anos de vida.

Essa é  a segunda vez que faco uma contribuição para o Minhas3Meninas. Na primeira, apenas compartilhei uma canção que achei deveras bonitinha, interessante, e rara na sua composição: a letra conta a história da Princesa que salvou a si mesma, e se divertiu um bocado no processo. Vem aqui para ler mais. Depois de ter publicado a melô da Princesa guitarrista, a Gabi me convidou para ser “guest blogger”, escrevendo, claro, sobre temas relacionados aos que ela publica aqui, mas que fossem informados pela minha paixão por teorias feministas, de g ênero, de mídia e de crítica cultural. Eu topei, mas não venho encontrando muito tempo para contribuir com frequência, então combinamos que posts seriam enviados a medida que eles vão surgindo. E nove meses depois da primeira contribuição, aqui vai a segunda. Sera que é  dessa vez que nasce a parceria?

O conteúdo desse post reflete as minhas percepções, mas não necessariamente as da Gabi. A ela, agradeco a generosidade de oferecer este espaço como veículo para iniciar essa conversa – a beesha me conhece e sabe que gosto mesmo é de debate. Prima, linda, magra, tu és o maximo. Já te disse isso muitas vezes, mas repito: poucas pessoas sao tão genuínas como tu, e eu te amo loucamente.  


****


Amei prima linda magra! Amei!!!! Sabes o quanto eu gosto dos teus textos, pode vir sempre aqui! Um beijo! Te adoro demais e tenho uma grande admiração da tua sabedoria! 
7.3.12

Making of - Ensaio Páscoa + Editorial Moda!



Aguardem... logo logo saindo as belíssimas fotos de Maria Irene Benedet!
4.3.12

Parceria!

Aqui a parceria é até para tomar mamadeira, olha que amadas! Pé com pé! Elas adoram! 

E não tiram o olho da televisão...



Vota em mim?
Já viu nosso vídeo e votou em mim lá no Mamatraca? Desta vez as pequenas aparecem! É só clicar no meu vídeo e depois em gostei! Pronto! Está votado!

Vota em mim?

Já perturbei todo mundo, mas só depois descobri que pode votar todo dia até quinta que vem, então gente... vou perturbar mais um pouquinho...


CLICA AQUI e vai lá no site do Mamatraca que estou lá, falando sobre o tempo e concorrendo a uma caixa cheinha de brinquedos da Faber Castell para minhas princesas! Elas merecem, não merecem???


Obrigadaaaa!!!!
2.3.12

Isadora e Helena 2 anos!


Amores da minha vida, completando 2 aninhos hoje!
Minhas princesinhas, vieram para me provar que "tudo pode ser, se quiser será, o sonho sempre vem, pra quem sonhar" - me julguem, é sim a letra da Xuxa, Lua de Cristal. E como eu já falei no post de 1 aninho delas, elas são um sonho realizado.
É lindo de ver a cumplicidade entre as duas, desde tão pequeninhas! Elas sentem falta uma da outra, são muito companheiras, gostam de brincar juntas, mas claro, elas brigam sim, por brinquedos, como qualquer outra criança, mas se a gente dá alguma coisa na mão de uma delas, ela já fica esperando para levar a mesma coisa pra mana, ela quer dividir com a irmã.  
Estou completamente apaixonada por esta fase da vida delas, que estão falando tudo, daquele jeitinho lindo de quando se tem 2 anos. Elas já sabem mesmo se querem ou não alguma coisa, sabem se expressar. São carinhosas demais. 
Mas olha, ganhar todo dia, dois abraços apertados ao mesmo tempo, quando vou buscar as duas no colégio, desculpa aí quem não é mãe de gêmeos, mas não tem preço!!! 
Obrigada, obrigada e obrigada por terem me escolhido como mãe de vocês!
Feliz aniversário minhas bonecas! Saúde! Saúde!